Inovações no ensino da química no ensino médio: integração da realidade aumentada e da aprendizagem baseada em projetos para melhorar a compreensão e o interesse dos alunos
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Resumo
O objetivo deste estudo, intitulado “Inovações no ensino da química no ensino médio: incorporação da realidade aumentada e da aprendizagem baseada em projetos para melhorar a compreensão e o interesse”, é verificar como o uso conjunto da realidade aumentada (RA) e da aprendizagem baseada em projetos (PBL) afeta a compreensão e o interesse dos alunos do terceiro ano do ensino médio pela química. A razão mais importante para este estudo é encontrar soluções para os desafios do ensino de ciências, especialmente quando se trata de ensinar uma matéria abstrata como a química, que são produzidos pelo ensino frontal tradicional e pelos métodos expositivos. Foi utilizada uma abordagem de método misto com um desenho quase experimental, que incluiu um grupo experimental e um grupo de controle. A amostra foi composta por 60 crianças escolhidas propositalmente. O grupo experimental utilizou a técnica PBL e a realidade aumentada (RA) para verificar se as ferramentas de aprendizagem interativas poderiam ajudá-los a compreender conceitos químicos difíceis. Foi realizada uma avaliação formativa para análise. Ela incluiu um teste diagnóstico e um pós-teste, pesquisas sobre como os alunos se sentiram, entrevistas semiestruturadas e análise de inferência estatística e codificação temática. Os resultados mostraram claramente que o desempenho acadêmico do grupo experimental foi muito melhor do que o do grupo de controle. A pontuação média do pós-teste do grupo experimental (M = 8,42, DP = 0,78) foi muito superior à do grupo de controle (M = 6,11, DP = 0,93), e a diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001). Além disso, as entrevistas mostraram que os alunos estavam mais motivados e gratos pela química como uma disciplina útil e relevante para a vida real. Este estudo revela que o uso de RA e PBL em sala de aula é uma boa maneira de mudar a forma como as coisas são feitas, incentivar os alunos a serem mais independentes e tornar o aprendizado mais relevante e inclusivo. É possível que essa combinação de métodos possa ser usada em outros contextos educacionais para melhorar o ensino de ciências naturais no ensino médio.
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